Doenças invisíveis
- Bianca Lima
- 10 de abr.
- 2 min de leitura
Atualizado: há 10 horas

Chamo doenças invisíveis as que são sentidas silenciosamente. Elas são um desafio para quem vive a dor (física ou emocional), mas também para quem convive com o paciente.
Em geral, somos postos a conviver com pessoas com Transtornos Depressivos, Ansiosos, Psicóticos, de Personalidade, dentre outros. Assim como, as Doenças Sistêmicas de característica autoimune, ou mesmo, os Transtornos do Neurológicos e do Neurodesenvolvimento.
Há uma tendência do público, em geral, em não "enxergar" esses problemas, minimizando as dores do paciente, algumas vezes, sem a intenção de machucar, outras vezes, servidos pela ignorância.
Se aprende desde cedo que o normal é um sujeito produtivo, com características gerais "normais", só que não se aprende a individualizar caso a caso, buscando compreender características biopsicossociais que circundam cada sujeito.
Embora hoje tenhamos acesso a muitas informações, ainda há muita dificuldade de encontrar um "meio do caminho", onde as pessoas se respeitem, independente de serem de um jeito ou de outro, ou de terem algo que as identifique, como uma doença, ou uma característica, por exemplo.
O que se aconselha é que, aos que convivem com estas dores, possam, cada vez mais, tomar consciência de si, compreendendo seus processos, suas limitações, e também suas possibilidades (porque elas existem), buscando uma melhor qualidade de vida, dentro daquilo que é possível. Lembrando que uma doença não nos incapacita para a maioria das coisas!
Aos que convivem com o paciente, é aconselhável que, mesmo que não "enxergue" essas dores, tente conhecer o problema, busque ajuda profissional e orientação familiar. O que não é interessante, é trazer discursos prontos de soluções atravessadas como a busca por um trabalho, a busca de uma religião, ou a busca por outros motivadores.
Tudo isso é importante! Mas um paciente que se encontra em situação de sofrimento geralmente não tem condições de fazer escolhas saudáveis quando está em meio a uma crise.
A solução para lidar com as doenças invisíveis começa pelo amor e respeito ao outro. Independente de sua condição.
Se você precisa de ajuda, entre em contato para agendarmos um horário! Será um prazer receber você!




Comentários