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Esgotamento


Quando a gente fala em sobrecarga, a primeira coisa que vem à mente é o Burnout. Ele está associado às atividades profissionais, cada vez mais intensas no nosso mundo globalizado. Mas, como nosso objetivo aqui é sempre olhar o que está por trás, vamos trazer alguns pontos de atenção.


Pensar em como esse trabalho é processado é essencial: como são as relações de trabalho, como se faz a divisão de tarefas, como é feita a comunicação, que tipo de relação é estabelecida entre os cargos, qual a cultura da empresa, como são vistas questões específicas relacionadas à gênero, raça, deficiências e sexualidade, como são realizados incentivos e motivação profissional, como é a relação com os setores de recursos humanos e qualidade, entre muitas outras coisas.


Dependendo de como essas questões são manejadas, há mais ou menos prejuízos emocionais, e em consequência, maiores ou menores prejuízos à organização.


Só que falamos de sobrecarga, e isso é sentido de formas diferentes por cada um. A própria vida traz demandas diversas que, por si sós, já podem significar sobrecargas.


Talvez, um e outro, quando somados, tragam uma percepção de total descontrole. No trabalho, dependemos de fatores externos, ou seja, dependemos de um cenário onde estamos inseridos, e de como as coisas acontecem neste lugar (e para isso, a própria empresa tem responsabilidade em como aplicar políticas que promovam a Saúde Mental dos colaboradores). Mas na vida, podemos buscar melhores maneiras de administrar nossas emoções para que não se somem às sobrecargas do trabalho.


Pensando nisso, podemos trazer para reflexão a seguinte questão: que cargas estou carregando na vida? O que está pesado demais? Será que o que estou carregando pode ser separado em pedaços menores para que eu não precise carregar tanto peso?


E me arrisco a dizer que nós achamos que não podemos nos desfazer deste peso - que nem sempre é nosso - ou se é nosso, geralmente tem relação com crenças sobre nós mesmos e sobre a vida (que nem sempre correspondem ao peso que estamos carregando).


Então, o convite é fazer uma revisão sobre esses pesos: eles são verdadeiramente meus? Será que não estou me prendendo a algo que nem havia necessidade de me prender? Será que eu preciso, mesmo, disso?


Respire! E se quiser compartilhar sua experiência, será um prazer te receber aqui!


Se ainda assim, precisar de ajuda, entre em contato para agendarmos uma sessão!




 
 
 

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