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Religião e espiritualidade


Desde criança sempre estive às voltas com este tema, pois era algo que sempre me intrigava. Não imaginava o quanto isso poderia estar presente no meu trabalho como Psicóloga no futuro.


Pois é, está presente de várias formas! Uma delas, na minha forma de conduzir as sessões, sempre conectada com o Sagrado. A outra, através das minhas "inspirações", que geralmente me dão "pistas" de coisas que as pessoas não conseguem perceber.


Além disso, muitas vezes, a religião é o tema central. Seja porque as pessoas têm esse apelo ao que é Divino, ou porque a religião é a questão que adoece.


Na terapia, também, não é incomum a curiosidade do paciente em relação a esta particularidade na vida do terapeuta, embora ali, a atenção deva estar voltada para a sua relação com essa temática.


Também é interessante pensar que hoje a medicina tem, cada vez mais, "receitado" a espiritualidade como medicamento para a alma. Acho isso fantástico, porque, em muitos casos, ela atua como agente construtor de saúde física e mental.


O próprio fato da religião permitir ao paciente um contato direto com uma comunidade que tem pensamentos afins, onde pode atuar como frequentador ou um trabalhador na causa religiosa, faz com que sua "melhora" esteja presente. Por este motivo, receito, sempre que necessário, a espiritualidade como prática.


Só que há religiões e religiões, assim como há entendimentos e entendimentos. Isso se faz necessário refletir, porque em alguns casos, a religião muito mais adoece do que concorre no processo de cura.


Então, o santo remédio é sempre o equilíbrio. A religião pode atuar, sim, de maneira curativa, desde que dê ao paciente a liberdade de escolher ser quem quer ser.


Nem sempre isso é possível devido à doutrina que se segue, e nós como profissionais, temos que respeitar.


Como dito, o equilíbrio é o caminho - não só na religião, mas em tudo, na vida.


Se você quer tratar deste tema, estou aqui para ajudar.










 
 
 

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