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Se aprende a viver, vivendo!


Uma das coisas que ouvi nos meus próprios processos tem a ver com a forma como administramos a nossa vida. Isso é importante por ser uma maneira de refletirmos sobre nossa relação conosco mesmos.


Costumo dizer que na vida não existe manual de instruções. Isso é um desafio! Viver demanda escolhas, renúncias, posicionamento. Se fazemos uma revisão de nossas experiências e das de quem nos cerca, podemos observar que muitas situações que vivemos são vividas de forma inesperada, e isso quer dizer que vamos conhecer, vivendo.


A imagem que eu faço dessa situação é como em um jogo de vídeo-game de Fórmula1 onde há vários caminhos, obstáculos, premiações e desafios. Tentamos competir da melhor forma possível, e em algum momento vamos encontrar alguma dificuldade no percurso.


O objetivo é percorrer toda a pista, enfrentando os obstáculos, esbarrando aqui e ali, rodando, capotando, voltando pra competição e mesmo que isso signifique sofrer algumas avarias, é encontrar a linha de chegada.


E na vida é exatamente assim. A gente esbarra em várias situações, se machuca, cai, levanta, segue, pára... aprendemos a viver, vivendo!


E quantas vezes, vejo pessoas que se culpam ou se arrependem de terem feito escolhas que não foram acertadas!? A resposta a essa indagação é um chamado a repensar a própria vida. Somos tão duros conosco mesmos!


Geralmente nos punimos por não termos agido de uma forma menos disfuncional. Só que se pararmos pra pensar, será que poderíamos ter agido de forma diferente? Será que teríamos a maturidade necessária para lidar com aquela situação? Será que saberíamos fazer de outra maneira?


Por isso, antes de sermos nossos próprios juízes, precisamos compreender que fizemos o que foi possível. Foi assim, é assim, e será assim. Podemos fazer diferente, a partir do momento em que já temos os instrumentos necessários para fazer melhores escolhas.


Quer se conhecer um pouco mais?













 
 
 

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